Conheça o tratamento padrão ouro para a popularmente conhecida "carne crescida no olho" — com a técnica mais avançada de transplante de conjuntiva e cola biológica.
Especialista em cirurgia ocular com atenção aos detalhes técnicos e ao acolhimento do paciente. Neste vídeo, explica com clareza tudo o que você precisa saber antes da consulta.
O pterígio é a popularmente conhecida "carne crescida no olho". Ocorre devido ao crescimento de um tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva — uma membrana fina e transparente que recobre a superfície do olho — em direção à córnea.
Esse crescimento, geralmente em formato triangular, pode causar desconforto, alteração estética e até prejudicar a visão se atingir a área central da córnea.
A exposição excessiva ao sol — especialmente à radiação UV — é a principal causa do pterígio. A condição é mais comum em pessoas que vivem ou trabalham ao ar livre.
Principal fator etiológico, especialmente em ambientes externos.
Agentes irritantes que comprometem a superfície ocular.
Síndrome do olho seco crônica favorece o desenvolvimento.
Histórico familiar pode aumentar a suscetibilidade.
Os sintomas variam conforme o tamanho e a progressão do pterígio. Identificar precocemente é essencial para o melhor desfecho terapêutico.
Hiperemia conjuntival persistente, frequentemente acompanhada de coceira e ardor.
Sensação de corpo estranho — desconforto típico que se intensifica ao longo do dia.
Tecido triangular avermelhado visível na superfície ocular, próximo à córnea.
Em casos avançados, comprometimento visual por distorção ou obstrução do eixo óptico.
A abordagem é individualizada conforme o estágio. O tratamento inicial é clínico; a cirurgia é indicada quando há comprometimento visual, desconforto persistente ou impacto estético relevante.
A abordagem inicial pode ser conservadora, com o uso de medicação tópica para alívio sintomático e controle da progressão.
Quando o pterígio compromete a visão, causa desconforto persistente ou afeta significativamente a estética, a cirurgia pode ser indicada como principal opção para remoção da lesão.
Uma técnica moderna e eficaz para a remoção do pterígio. Após a retirada do tecido, um pequeno fragmento da conjuntiva saudável do próprio paciente é transplantado para a área afetada — e a cola biológica substitui os pontos tradicionais.
A cola biológica substitui as suturas convencionais — eliminando a sensação de fios e o desconforto associado.
Pós-operatório com retorno mais rápido às atividades e melhora progressiva ao longo da recuperação em comparação às técnicas convencionais.
O autotransplante de conjuntiva reduz substancialmente o risco de retorno do pterígio.
Durante o procedimento, a anestesia proporciona conforto ao paciente. Após o término do efeito anestésico, pode haver dor ou desconforto nos primeiros dois a três dias, com melhora progressiva e orientação adequada durante a recuperação.
A manutenção do resultado depende, em grande parte, de uma recuperação bem orientada e da adesão às recomendações médicas, especialmente quanto à proteção solar. A técnica reduz significativamente o risco de recidiva, mas ele não é eliminado por completo, principalmente quando não há proteção adequada contra os fatores de risco.
Uso rigoroso dos colírios prescritos. Curativo oclusivo conforme orientação médica.
Diminuição progressiva da dor e da sensação de corpo estranho. Retorno gradual às atividades leves.
Reavaliação clínica. Liberação progressiva conforme evolução individual.
Uso contínuo de óculos com proteção UV é essencial para prevenir recidiva.
O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado fazem toda a diferença. Agende sua avaliação e receba uma orientação individualizada para o seu caso.
Agendar pelo WhatsAppA indicação cirúrgica depende de avaliação oftalmológica individual.