Atendimento em Sinop e Alta Floresta - MT  ·  Horários comerciais
Cirurgia Oftalmológica Especializada

Cirurgia de Pterígio:
o que é e como tratar?

Conheça o tratamento padrão ouro para a popularmente conhecida "carne crescida no olho" — com a técnica mais avançada de transplante de conjuntiva e cola biológica.

Quero agendar minha consulta Saiba mais →

O Dr. Luigi explica
tudo sobre o pterígio

Dr. Luigi Seronni
Dr. Luigi Seronni
Oftalmologista

Especialista em cirurgia ocular com atenção aos detalhes técnicos e ao acolhimento do paciente. Neste vídeo, explica com clareza tudo o que você precisa saber antes da consulta.

Atendimento humanizado
Alta qualidade técnica
Acompanhamento completo
Doctoralia
Avaliações no Doctoralia
★★★★★ 5,0 (130)
Ver perfil e avaliações →

O que é PTERÍGIO

O pterígio é a popularmente conhecida "carne crescida no olho". Ocorre devido ao crescimento de um tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva — uma membrana fina e transparente que recobre a superfície do olho — em direção à córnea.

Esse crescimento, geralmente em formato triangular, pode causar desconforto, alteração estética e até prejudicar a visão se atingir a área central da córnea.

Imagem clínica de pterígio no olho
Exposição solar UV-A e UV-B como fator de risco para pterígio
Fatores de Risco

A radiação ultravioleta é a principal causa

A exposição excessiva ao sol — especialmente à radiação UV — é a principal causa do pterígio. A condição é mais comum em pessoas que vivem ou trabalham ao ar livre.

  • 1

    Exposição solar (UV-A / UV-B)

    Principal fator etiológico, especialmente em ambientes externos.

  • 2

    Vento e poeira

    Agentes irritantes que comprometem a superfície ocular.

  • 3

    Ressecamento ocular

    Síndrome do olho seco crônica favorece o desenvolvimento.

  • 4

    Predisposição genética

    Histórico familiar pode aumentar a suscetibilidade.

Sinais e Sintomas

Quando o seu corpo avisa

Os sintomas variam conforme o tamanho e a progressão do pterígio. Identificar precocemente é essencial para o melhor desfecho terapêutico.

Vermelhidão e irritação ocular

Hiperemia conjuntival persistente, frequentemente acompanhada de coceira e ardor.

Sensação de areia nos olhos

Sensação de corpo estranho — desconforto típico que se intensifica ao longo do dia.

Alteração estética visível

Tecido triangular avermelhado visível na superfície ocular, próximo à córnea.

Distorção da visão

Em casos avançados, comprometimento visual por distorção ou obstrução do eixo óptico.

Tratamento

Conduta clínica e cirúrgica

A abordagem é individualizada conforme o estágio. O tratamento inicial é clínico; a cirurgia é indicada quando há comprometimento visual, desconforto persistente ou impacto estético relevante.

Etapa 01

Tratamento clínico

A abordagem inicial pode ser conservadora, com o uso de medicação tópica para alívio sintomático e controle da progressão.

  • Colírios lubrificantes
  • Anti-inflamatórios tópicos quando indicados
  • Proteção solar com óculos UV
  • Acompanhamento periódico
Técnica Cirúrgica Moderna

Transplante de conjuntiva
com cola biológica

Uma técnica moderna e eficaz para a remoção do pterígio. Após a retirada do tecido, um pequeno fragmento da conjuntiva saudável do próprio paciente é transplantado para a área afetada — e a cola biológica substitui os pontos tradicionais.

Sem pontos tradicionais

A cola biológica substitui as suturas convencionais — eliminando a sensação de fios e o desconforto associado.

Recuperação mais rápida

Pós-operatório com retorno mais rápido às atividades e melhora progressiva ao longo da recuperação em comparação às técnicas convencionais.

Menor recidiva

O autotransplante de conjuntiva reduz substancialmente o risco de retorno do pterígio.

Pós-operatório

Recuperação bem orientada

Durante o procedimento, a anestesia proporciona conforto ao paciente. Após o término do efeito anestésico, pode haver dor ou desconforto nos primeiros dois a três dias, com melhora progressiva e orientação adequada durante a recuperação.

A manutenção do resultado depende, em grande parte, de uma recuperação bem orientada e da adesão às recomendações médicas, especialmente quanto à proteção solar. A técnica reduz significativamente o risco de recidiva, mas ele não é eliminado por completo, principalmente quando não há proteção adequada contra os fatores de risco.

Primeiras 24 horas

Repouso e hidratação ocular

Uso rigoroso dos colírios prescritos. Curativo oclusivo conforme orientação médica.

Dias 02 a 07

Redução do desconforto

Diminuição progressiva da dor e da sensação de corpo estranho. Retorno gradual às atividades leves.

Semanas 02 a 04

Cicatrização visível

Reavaliação clínica. Liberação progressiva conforme evolução individual.

Longo prazo

Proteção UV permanente

Uso contínuo de óculos com proteção UV é essencial para prevenir recidiva.

Agende sua avaliação

Pronto para uma consulta especializada?

O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado fazem toda a diferença. Agende sua avaliação e receba uma orientação individualizada para o seu caso.

Agendar pelo WhatsApp

A indicação cirúrgica depende de avaliação oftalmológica individual.

Atendimento humanizado
Tecnologia de ponta
Acompanhamento completo